sexta-feira, 19 de junho de 2015

"Meu amigo Nietzsche"

O curta foi gravado totalmente na Cidade Estrutural - periferia de Brasília. Conta a história de um garoto que encontra no lixão daquela cidade um livro de Nietzsche que faz mudar tudo em sua vida.





"Meu amigo Nietzsche", o curta foi gravado totalmente na Cidade Estrutural - periferia de Brasília. Conta história de...
Posted by Viver a Filosofia on Quarta, 17 de junho de 2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

MAQUIAVEL. O NASCIMENTO DO REALISMO POLÍTICO MODERNO



Vale Mais Ser Amado ou Temido?

Vale mais ser amado ou temido? O ideal é ser as duas coisas, mas como é difícil reunir as duas coisas, é muito mais seguro - quando uma delas tiver que faltar - ser temido do que amado. Porque, dos homens em geral, se pode dizer o seguinte: que são ingratos, volúveis, fingidos e dissimulados, fugidios ao perigo, ávidos do ganho. E enquanto lhes fazeis bem, são todos vossos e oferecem-vos a família, os bens pessoais, a vida, os descendentes, desde que a necessidade esteja bem longe. Mas quando ela se avizinha, contra vós se revoltam. E aquele príncipe que tiver confiado naquelas promessas, como fundamento do ser poder, encontrando-se desprovido de outras precauções, está perdido. É que as amizades que se adquirem através das riquezas, e não com grandeza e nobreza de carácter, compram-se, mas não se pode contar com elas nos momentos de adversidade. Os homens sentem menos inibição em ofender alguém que se faça amar do que outro que se faça temer, porque a amizade implica um vínculo de obrigações, o qual, devido à maldade dos homens, em qualquer altura se rompe, conforme as conveniências. O temor, por seu turno, implica o medo de uma punição, que nunca mais se extingue. No entanto, o príncipe deve fazer-se temer, de modo que, senão conseguir obter a estima, também não concite o ódio.

 Maquiavel 'O Príncipe' 

Especial Nietzsche - Viviane Mosé - Café Filosófico






Quem tem olhos pra ver o tempo Soprando...
Viviane Mosé 
Quem tem olhos pra ver o tempo
Soprando sulcos na pele
Soprando sulcos na pele
Soprando sulcos?
O tempo andou riscando meu rosto
Com uma navalha fina
Sem raiva nem rancor.
O tempo riscou meu rosto com calma
Eu parei de lutar contra o tempo
ando exercendo instantes
acho que ganhei presença).
Acho que a vida anda passando a mão em mim.
A vida anda passando a mão em mim.
Acho que a vida anda passando.
A vida anda passando.
Acho que a vida anda.
A vida anda em mim.
Acho que há vida em mim.
A vida em mim anda passando.
Acho que a vida anda passando a mão em mim.
E por falar em sexo
Quem anda me comendo é o tempo
Na verdade faz tempo
Mas eu escondia
Porque ele me pegava à força
E por trás.
Um dia resolvi encará-lo de frente
E disse: Tempo,
Se você tem que me comer
Que seja com o meu consentimento
E me olhando nos olhos
Acho que ganhei o tempo
De lá pra cá
Ele tem sido bom comigo
Dizem que ando até remoçando.

sábado, 30 de maio de 2015

Fundamentalismo religioso

A intenção do fundamentalismo é:


Impedir mudanças religiosas, fortalecendo a comunidade de fé própria, criando instituições e normas próprias distintas às seculares.



Considera o texto sagrado inenarrável
Isola o texto, não considerando seu contexto sócio histórico
O texto tem um só sentido: o literal
Considera quem não crê da mesma forma como inimigo
Crença em uma sociedade perfeita que quer reproduzir na terra.









segunda-feira, 16 de março de 2015

Para as aulas de filosofia política e indústria cultural: manifestações de 15 de março de 2015.

Adeptos de intervenção militar falam em guerra civil e jihadistas no Brasil

sábado, 14 de março de 2015

Estudar o Caminho é estudar a si próprio.

"Estudar o Caminho é estudar a si próprio. Estudar a si próprio é esquecer-se de si próprio. Esquecer-se de si próprio é tornar-se iluminado por todas as coisas do universo. Ser iluminado por todas as coisas do universo é livrar-se do corpo e da mente, de si próprio bem como dos outros. Até mesmo os traços da iluminação são eliminados, e vida com iluminação sem traços continua para sempre." 
(DOGEN)


terça-feira, 10 de março de 2015

Texto de apoio para a investigação no Mosteiro Zen


O cuidado de si


Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.

E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.

Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.

Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.

Fernando Pessoa


Na obra A Hermenêutica do Sujeito, Foucault nos convida a pensar na noção do ‘cuidado de si mesmo’, a qual, para os gregos, designava-se por epiméleia heautoû e, para os latinos, cura sui[1].
Apesar dos múltiplos sentidos que marcaram a epiméleia heautoû, três pontos característicos e gerais devem ser lembrados acerca do cuidado de si: atitude geral, atenção interior e ação transformadora. Como atitude geral é uma forma de se relacionar consigo mesmo, com os outros e com o mundo, um comportamento orientado por uma disposição interior. Como atenção é um deslocamento do olhar, do foco, do interesse para o si mesmo, um estado de alerta aos próprios pensamentos. Finalmente como ação, a epiméleia heautoû se refere às práticas, exercícios ou técnicas pelas quais nos modificamos.
Se nos detivermos no cuidado de si como técnica que possibilitava o acesso a verdade, ele já estava disseminado por toda a Grécia arcaica e também em outras culturas, nos ritos de purificação, imprescindíveis para o contato com o que os Deuses tinham a dizer; nas técnicas de concentração da alma, que dada a sua grande mobilidade, evitavam sua dispersão, fixando-a num modo de existência; no retiro em si mesmo ou anakhóresis, forma de desligar-se das sensações do mundo exterior; e nas práticas de resistência, que eram um desdobramento da anakhóresis que possibilitava suportar provações dolorosas e tentações difíceis.
O pitagorismo, muito antes de Sócrates, trabalhou com muitas dessas práticas, como na purificação para o sonho, no qual encontramos práticas preparatórias para o contato com o mundo divino, mundo da verdade, como se entendia, entrementes, o sonho. Essa purificação poderia ocorrer mediante músicas, perfumes ou, ainda, pelo exame de consciência. Ao lembrarmos nossas faltas cometidas durante o dia, delas nos livramos. Outro exemplo são as técnicas de provação, como aquelas em que, após praticar uma série extenuante de exercícios, recusa-se uma refeição farta colocada à nossa frente, e se medita sobre ela.
Sócrates é o encarregado pelos Deuses de lembrar e incentivar os homens a ocuparem e cuidarem de si mesmos. Na Apologia de Sócrates, sabemos por meio de Platão, que ao proclamar o cuidado de si em Atenas, ele abre mão de uma série de situações consideradas vantajosas, como fortuna e cargos de poder e que agindo assim, conseguiu despertar, pela primeira vez, os cidadãos de Atenas de um profundo sono. Portanto o cuidado de si é a realidade mais admirável, pois proporciona algo equivalente a uma vida consciente, ativa e desperta.
Como relatado em O Banquete, Sócrates dominava a anakhóresis, prática do retiro em si mesmo, bem como a técnica de resistência. Andava descalço sobre o gelo com mais facilidade do que faziam seus companheiros calçados, e podia manter-se imóvel durante todo um dia e uma noite. Tudo isso parece indicar a sua maestria nas técnicas do cuidado de si.
O termo “anachóresis”, no contexto das práticas de si mesmo, significa um ausentar-se do mundo no qual alguém se encontra imerso, interromper o contato com o mundo exterior, não sentir sensações, não se preocupar com o que passa à nossa volta, fazer como se não se visse o que acontece. Uma ausência visível aos outros.
Como uma técnica complementar da anachóresis era desenvolvida uma prática conhecida como escritura  de si mesmo: os hypomnémata.
Em um sentido técnico, os hypomnémata podiam ser livros de contas, registros públicos, cadernos de notas pessoais. Sua utilização como “livros de vida”, “guias de conduta” era frequente entre o público culto. Neles, anotavam-se as citações de obras famosas, exemplos de conduta, reflexões, raciocínios. Eles constituíam a memória material das coisas lidas, escutadas ou pensadas, um tesouro acumulado para a releitura e a meditação. Esse material servia para a composição de tratados mais sistemáticos nos quais se apresentavam os argumentos e os meios para lutar contra um vício ou para superar os obstáculos e as desgraças da vida.
No Primeiro Alcibíades, vemos, então, surgir, a partir do cuidado de si duas questões. A primeira diz respeito ao sujeito: o que é o si mesmo? E a segunda: qual é a tékhne para um bom governo? “Qual o eu de que devo ocupar-me a fim de poder, como convém, ocupar-me com os outros a quem devo governar?” Resumindo as duas perguntas: o que é o si mesmo, e o que é o cuidado necessário para governar os outros?
Para responder a essas questões, seguiremos as analogias de Sócrates, nas quais diferenciamos os sujeitos e aquilo do qual se servem. Podemos distinguir, na arte da sapataria, os instrumentos, como o cutelo, e o sapateiro. O mesmo verifica-se na música, na qual distinguimos a cítara de seu músico. Mas, e quando agitamos a mãos? Temos aí as mãos e aquele que se serve delas, o sujeito. O corpo não pode servir-se do corpo, o elemento o qual se serve das mãos, dos olhos, da linguagem e de todo o corpo só pode ser a alma. Servir-se este que, em grego khrêsthai/khrêsis, indica um comportamento, uma atitude, relações com os outros e consigo mesmo, mas que não é instrumental, nem substancial, mas sim transcendente e subjetiva.
Ao concebermos a alma enquanto sujeito, o cuidado de si passa a distinguir-se em três outros tipos de atividades. Primeiro, Foucault enuncia o exemplo do médico: quando o médico adoece e aplica sobre si sua arte médica, podemos dizer que ele se ocupa consigo mesmo? A resposta é não, pois ele está se ocupando com o corpo, e não com o si mesmo da alma. A segunda atividade é a economia: quando um proprietário ocupa-se com suas posses, seus bens e sua família, ele está se ocupando consigo mesmo? Não, ele está se ocupando com o que é dele, e não consigo mesmo. Os pretendentes de Alcibíades ocupavam-se com o próprio Alcibíades? Da mesma forma que nos exemplos anteriores, a resposta é negativa, haja vista que eles estavam ocupados com a beleza de seu corpo. Na verdade, quem cuida de Alcibíades é Sócrates, pois apenas ele cuida de sua alma. Sócrates é muito mais que um professor sofista, é mais que um pedagogo, é o mestre da epiméleia heuatoû, pois:

Diferente do professor, ele não cuida de ensinar aptidões e capacidades a quem ele guia, não procura ensiná-lo a falar nem a prevalecer sobre os outros, etc. O mestre é aquele que cuida do cuidado que o sujeito tem de si mesmo e que, no amor que tem pelo seu discípulo, encontra a possibilidade de cuidar do cuidado que o discípulo tem de si próprio (FOUCAULT, 2004a, p. 73).

Sendo assim: o que é o ‘eu’ com o qual é preciso ocupar-se? A alma. O que é ocupar-se consigo mesmo, o que é o cuidado de si? É conhecer a si mesmo, gnôthi seautón. Foucault nos diz que o aparecimento dessa referência ao “conheça a si mesmo”, no Primeiro Alcibíades, é totalmente diferente de outras duas anteriores. Enquanto a primeira surge como prudência, para que Alcibíades relacione suas ambições com suas capacidades, isto é, para que ele perceba suas limitações e a importância em ocupar-se consigo mesmo; a segunda ressurge para responder quem é o si mesmo com que se deve ocupar. E, finalmente, agora o gnôthi seautón emerge de maneira direta e decisiva, para dizer que o cuidado de si é o conhecimento de si mesmo. E este momento afetará toda a cultura greco-romana. A partir daí, surge a justificativa para que o cuidado de si, ou seja, para que todas as práticas espirituais, sejam organizadas em torno do “conheça a ti mesmo”. Apesar disso, em Platão, o conhecimento de si é apenas um aspecto extremamente importante do cuidado de si, relação esta que será revertida alguns séculos depois pelo neoplatonismo.
E como devemos nos conhecer? Para chegar a esta resposta, Sócrates parte do exemplo do olho e do espelho. Quando nos vemos no olho de alguém, semelhante a nós, vemo-nos a nós mesmos. Mas este si mesmo que se vê não é graças ao olho, mas à visão, a qual é também no olho do outro. Para a alma ver-se, é preciso que se volte para um elemento de sua própria natureza. E qual é a natureza da alma? O pensamento e o saber. Sendo divinos o pensamento e o saber, a alma deve voltar-se para o divino, com o fim de conhecer-se a si mesma e receber a sabedoria, sophrosýne. De maneira que, a alma conhecerá a diferença entre o bem e o mal, entre o verdadeiro e o falso, e saberá, enfim, governar a cidade.
No final do diálogo, Alcibíades compromete-se a ocupar-se com a justiça, pois ocupar-se consigo mesmo ou com a justiça, são equivalentes, já que tudo surgiu a partir da preocupação em se tornar um bom governante. Infelizmente isto não se deu, e é o mesmo Alcibíades que, já mais velho, no O Banquete, lamenta ao dizer que acabou envolvendo-se com os assuntos políticos de Atenas em vez de cuidar de si mesmo.
A questão do cuidado de si implica uma atitude ou um conjunto de atitudes, mediante as quais o sujeito transforma-se a si mesmo e que estão relacionadas a uma conversão do olhar, ou seja, uma mudança no foco da atenção, que se desloca daqueles valores considerados importantes pela maioria (ói polloí) em direção àqueles que são cuidados por poucos (ói prôtoi), tais como a alma, o pensamento e a verdade.

Tal busca, empreendida por Foucault em vista de um princípio tão antigo, como o cuidado de si, suas técnicas e suas transformações, pode gerar uma grande contribuição para entender o sujeito moderno, a história da subjetividade e suas práticas e mesmo a educação como construtora de determinado tipo de sujeito.

"Nossa vida é o que nossos pensamentos fazem dela".
(MARCO AURÉLIO, Meditações, IV, 3)




REFERÊNCIAS
Picoli, Arlindo Rodrigues.  Emancipação e cuidado de si: impactos sobre a pratica educativa desde uma perspectiva foucauldiana. UERJ, 2008.






[1] Literalmente, cuidado de si. Em latim, cura refere-se a uma série de coisas distintas, mas que mantém o sentido de cuidar: cuidado e diligência, mas também, direção, encargo, administração, cuidados de um doente, tratamento, trabalho, obra de espírito, obra literária, livro, causa de cuidado, inquietação, cuidados de amor, tormentos de amor, amor, guarda, guardador, vigia. (FERREIRA, s.d. p. 315).

segunda-feira, 2 de março de 2015

O Corpo

O Corpo - Paulinho Moska
Meu corpo tem cinqüenta braços 
E ninguém vê porque só usa dois olhos 
Meu corpo é um grande grito 
E ninguém ouve porque não dá ouvidos 

Meu corpo sabe que não é dele 
Tudo aquilo que não pode tocar 
Mas meu corpo quer ser igual àquele 
Que por sua vez também já está cansado de não mudar 

Meu corpo vai quebrar as formas 
Se libertar dos muros da prisão 
Meu corpo vai queimar as normas 
E flutuar no espaço sem razão 

Meu corpo vive, e depois morre 
E tudo isso é culpa de um coração 
Mas meu corpo não pode mais ser assim 
Do jeito que ficou após sua educação


"Se pararmos para ouvir a canção "Tô" de Tom Zé, viveremos uma genuína experiência filosófica. a letra da canção nos estimula a pensar..." 

Silvio Gallo

O poder do pensamento

"...pensamos quando nos deparamos com um problema."

"Pensar, nesse sentido filosófico, não é algo comum. É um acontecimento raro e que produz transformações em nossas vidas. Quando pensamos, já não somos mais os mesmos."

Silvio Gallo


O pensamento e a descoberta da ferramenta:

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

1º Simulado de Filosofia 2º Ano


1º Simulado de Filosofia 1º Ano


Como fazer um mapa conceitual hierárquico

Criado por Sabrina L. Furtado

Um mapa conceitual pode ajudá-lo a organizar seus pensamentos e debater algumas idéias estelares. Eles também são perfeitos para aprendizes visuais e permitem que você veja como uma variedade de temas e processos estão conectados. Os mapas conceituais são normalmente feitos pela colocação de uma palavra em uma caixa ou oval e usando setas ou linhas de ligação a outras palavras para mostrar a relação entre esses assuntos. Os mapas conceituais mais comuns são os do tipo hierárquico, teia de aranha e de fluxograma. Veja como fazer um mapa conceitual para ajudá-lo a organizar seus pensamentos.



  • Make a Concept Map Step 1 Version 2.jpg
    1
    Faça uma lista de tópicos importantes. Antes de escolher o tema no topo da hierarquia de seu mapa, você deve escrever uma lista de temas importantes que estejam relacionados ao seu projeto ou à sua tarefa. Se você sabe que seu projeto deve ser sobre árvores, por exemplo, então essa palavra deveria ir no topo do seu mapa conceitual. Mas, se você só sabe que você tem de escrever ou pensar sobre objetos na natureza, ou materiais feitos da natureza, então sua tarefa é um pouco mais difícil.[1] Em primeiro lugar, escreva todos os conceitos relacionados com o tema geral:
    • Árvores
    • Oxigênio
    • Madeira
    • Humanos
    • Plantas
    • Animais
    • Casas
    • Papel
  • Make a Concept Map Step 2 Version 2.jpg
    2
    Escolha o conceito mais importante. Após pensar em uma lista de conceitos relacionados ao seu projeto, você pode escolher o conceito que é mais essencial a todos os outros - a partir do qual todos os outros derivam. Isso pode ser óbvio, ou pode exigir um pouco de pensamento. Lembre-se de que, se é um mapa hierárquico, logo, a palavra central deve ser aquela que conecta todos as outras. Neste caso, a palavra é "Árvores".
    • Esta palavra será exibida em uma caixa ou oval no topo do seu mapa.
    • Note que, em alguns casos, você pode pular o primeiro passo. Se você já sabe que você tem de escrever um artigo ou fazer uma apresentação sobre "Árvores", por exemplo, você pode escrever a palavra no topo do mapa hierárquico de imediato.
  • Make a Concept Map Step 3 Version 2.jpg
    3
    Ligue a palavra-chave às segundas palavras mais importantes da sua lista.Depois de encontrar a sua palavra-chave, desenhe setas que se estendem para baixo, para a esquerda e direita, para conectá-la às próximas duas ou três palavras mais importantes. Estas palavras próximas devem ser capazes de se conectar com as outras palavras que você listou, as quais aparecerão abaixo delas. Neste caso, o termo hierárquico é "Árvores", e será ligado aos dois termos importantes mais próximos, "Oxigênio" e "Madeira".
  • Make a Concept Map Step 4 Version 2.jpg
    4
    Ligue a segunda palavra-chave às palavras menos importantes. Agora que você já encontrou a sua palavra-chave e as próximas palavras mais importantes, você pode escrever logo abaixo as palavras que se relacionam com a segunda camada de palavras-chave. Esses termos se tornarão mais específicos, e devem relacionar-se com as palavras acima deles, "Oxigênio" e "Madeira", bem como à palavra mais central, "Árvores". Aqui estão os termos que você listará abaixo dos termos mais centrais:
    • Humanos
    • Plantas
    • Animais
    • Casas
    • Papel
    • Móveis
  • Make a Concept Map Step 5 Version 2.jpg
    5
    Explique a relação entre as condições. Adicione linhas para ligar os termos e explicar a relação entre os termos em uma palavra ou duas. A relação pode variar, um conceito pode ser parte de um outro, pode ser crucial para o outro conceito, ele pode ser usado para produzir um outro conceito, ou pode haver uma grande variedade de outras relações. Aqui estão as relações entre os conceitos neste mapa:
    • Árvores dão oxigênio e madeira
    • O oxigênio é importante para os seres humanos, plantas e animais
    • A madeira é utilizada para fazer as casas, papel, móveis
    Veja outros tipos de mapa conceitual em:

    http://pt.wikihow.com/Fazer-um-Mapa-Conceitual
  • terça-feira, 2 de dezembro de 2014

    Relato de experiência: Jonatas Braun Nantes, Mateus Tesche Pizzaia

    Depois de uma longa caminhada, fomos agraciados com a beleza do ambiente; o local era muito agradável com paisagens exuberantes, como árvores de grande porte e plantas de vários tipos e cores. Havia lugares ótimos para algumas fotos, como nascentes, com escadarias com um lugar perfeito. O lugar era muito silencioso, podendo ouvir o canto dos pássaros, um lugar ótimo para se viver.

    A arquitetura do local tinha descendências orientais, as construções eram bem planejadas, detalhada em madeira, um exemplo de detalhes era o sino que tinha oitocentos quilos, que demorou um ano e meio para chegar ao local.
    “Estudar o budismo é estudar a si próprio, estudar a si próprio, é esquecer-se de si próprio, esquecer-se de si próprio é, estar uno com todas as coisas”, essa frase que nos fez meditar, tiramos uma conclusão que estudar-se a si próprio é esquecer-se dos nossos pensamentos superficiais e concentrar no seu interior, quando você esquece-se de si próprio você se torna um com todas as coisas em sua volta.

    Umas das praticas para de cuidado de si que nos aprendemos foi a de meditação, onde você se esquece do que esta ao seu redor e concentra em seus pensamentos. Uma experiência foi escutar o sopro do vento de outra maneira que nós nunca havíamos observado.


    Ir ao mosteiro foi uma experiência muito agradável, devido ao local belo e o outro modo de pensar sobre a vida.

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Joyce Carla de Souza e Khaila Haase Eller

    Visita feita no dia 18 de setembro de 2014. Ao chegarmos, fomos ver e admirar o portal Torii, que foi construído em comemoração aos 30 anos do Mosteiro. Foi inaugurado em agosto de 2004, e contou com a presença de uma comitiva de monges dos mosteiros do Japão. Além disso, é o 6º ponto de parada do Circuito Caminhos da Sabedoria. Seguimos para o Mosteiro, e ao chegarmos, tivemos que caminhar em torno de 40 minutos, observando uma bela paisagem em volta. É uma área de relevante interesse ecológico, pois abriga duas espécies de orquídeas ameaçadas de extinção, tornando o local ainda mais precioso. Durante o caminho ao mosteiro, tem várias placas dizendo como é importante fazer silêncio, para ouvir a natureza.

    Quando chegamos, nosso guia se apresentou, falando do local e dos costumes. Fomos observar um lago, onde diversas pessoas jogam moedas, em busca da realização de desejos. Nesse lago contém uma fonte, onde a água cai, formando pequenas ondas no lago, assim ressaltando que, é preciso a ajuda do outro. Ao lado do lago tem um “jardim seco” com pedras e areia, representando o mesmo objetivo do lago, desenhos de ondas na areia, demonstrando calma e harmonia.

    Vimos também um sino, Bonsho, que pesa quase uma tonelada, produzido no Japão, especialmente para o Mosteiro. É tocado duas vezes por dia, para encerrar o período de oração matinal pela manhã e a noite. Tivemos uma palestra sobre a história do mosteiro, os costumes, e também houve uma dinâmica, ressaltando a importância da união, da necessidade de ter um trabalho em conjunto. Foi ensinada a posição para a meditação, os monges chamam de não ação. A maneira correta era ficar sentada com as pernas cruzadas, mãos na posição determinada, olhar 45º voltado para a parede, língua no céu da boca, tentando livrar a mente de qualquer pensamento. Fomos ao local apropriado para praticar essa ação, ou não ação, onde sempre devíamos deixar tudo do mesmo jeito que estava, ou melhor. O principal objetivo da meditação é conhecer a si mesmo, através do silêncio absoluto. É aí que se encaixa a ética do cuidado de si, pois descobrimos o verdadeiro “eu” dentro de nós, descobrindo assim, como agir em determinadas ocasiões.


    Por fim, almoçamos e fomos embora. 

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Gustavo Petri, Willian Mariano

    Os monges são bastantes ligados a natureza. Eles restauraram a natureza no mosteiro há 40 anos, hoje o morro onde eles vivem está bastante reflorestado e com riachos em todo seu território. Com o silencio e possível ouvir o canto dos pássaros.

    A arquitetura é basicamente oriental, é utilizada bastante madeira nas suas construções . Lá se tem uma estatua do Buda e um sino, tem um lago dos desejos onde a pessoa joga a moeda e faz um pedido. Contem um local para meditação, e um outro local para mídia.

    A cultura dos monges, pode ser oriental ao contrario da cultura ocidental. A cultura oriental pensa no coletivo, no “nos”, procurando fazer o melhor para todos. Já a cultura ocidental pensa individual, no “eu”, procurando sempre se satisfazer não importa como.

    Para os monges, o importante é o "nós". Eles também se ligam a natureza, pois para eles, todos são como moléculas, mas organizadas diferente, a sua ética e preservar a natureza.

    O tema do cuidado de si aparece no vocabulário de Foucault no início dos anos 80.  A expressão “cuidado de si” indica o conjunto das experiências e das técnicas que o sujeito elabora e que o ajuda a transformar-se a si mesmo.

    As técnicas de si, tal como apresentadas por Foucault, não podem ser dissociadas do cuidado de si e podem ser compreendidas como o conjunto de tecnologias e experiências que participam do processo de constituição e transformação do sujeito.


    O sujeito se define de maneira ativa pelas técnicas de si, elas não são inventadas por ele mesmo, são esquemas que o sujeito encontra na cultura e que lhe são propostos, sugeridos ou impostos pela sociedade ou grupo social.

    Por meio da construção de determinadas Técnicas de si, torna-se possível a constituição das sociedades.

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Drielly de Fátima Dettoni Schwambach e Renan Meira

    O Mosteiro Zen Budista localizado em Ibiraçu é um local onde existe a religião budista e também uma grande área de preservação ambiental. Nesse Mosteiro, as visitas são abertas para pessoas de todas as religiões.

    O primeiro local que visitamos, foi o Portal Somon, onde as pessoas que quiserem contribuir com uma moeda, que são jogadas dentro de um pequeno lago e os mesmos fazem pedidos e desejos, creem com sua fé que poderão ser realizados.  Logo em seguida observamos o Bonsho, que é um sino que foi produzido no Japão especialmente para o Mosteiro. Ele é tocado duas vezes ao dia, as duas são para o encerramento das orações dos budas. Depois tivemos uma prática de meditação, o que nos ensina um modo de pensar melhor em nossas vidas. São alguns minutos só nosso, onde ficamos e permanecemos mais tranquilos para pensarmos em nossos problemas, nossas atitudes, sentimentos, preocupações, ou seja, refletir melhor sobre si próprio, onde raciocinamos bem antes de agir.


    Aprendemos sobre a importância da ajuda ao próximo, por exemplo, sempre quando usamos alguma coisa, devemos deixar do jeito que estava, e se possível até melhor, pois quando outra pessoa for usar, estará tudo correto, de acordo com a necessidade dela. Enfim, eles também esclareceram sobre o bom relacionamento que se deve obter entre o ser humano e a natureza, pois um esta ligado ao outro. 

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Lucas Kister e Raphael Lúcio Antônio Almeida Barbosa

    Visita feita no dia 18 de setembro de 2014. Ao chegarmos ao Portal Torri do mosteiro, foi feita uma breve parada para observarmos o mesmo. Logo após fomos de ônibus o resto do caminho, mas o ônibus não subiu o morro, pois era muito íngreme. Tivemos que fazer uma caminhada onde observamos a bela paisagem que é uma mata reflorestada há 40 anos pelos monges que chegaram naquela região.

    Quando chegamos ao mosteiro, tivemos um guia chamado Paulo, que nos levou para conhecer o local e seus costumes. O primeiro local visitado foi um lago, onde as pessoas jogam moedas para fazer desejos, os monges recolhem essas moedas para fazer caridades em certas entidades. Esse mesmo lago tem uma pequena fonte caindo sobre ele, que faz pequenas ondas, e ensinam que uma pessoa depende da outra. Ao lado do lago existe um “Jardim seco” feito de areia e pedras onde demonstra calma e harmonia.



    Há um sino chamado Bonsho, que pesa quase uma tonelada, foi produzido no Japão especialmente para o mosteiro. É tocado duas vezes ao dia, pela manhã, para encerrar o período de oração matinal e à noite. Tivemos uma palestra com o Paulo sobre a história do mosteiro e algumas práticas de posições para a meditação. O principal objetivo da meditação é conhecer a si mesmo, através de silêncio absoluto. Nela se encaixa o cuidado de si, pois descobrimos o verdadeiro “eu” dentro de nós, isso nos ajuda, a saber, agir em determinadas ocasiões.


    Depois almoçamos e fomos embora.

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Bruno Favorette de Souza e Osvaldo Gonçalves de Sousa Junior

    Nossa visita teve início com a chegada ao portal Torii, que assinala a proximidade do santuário, continuamos até certo ponto de ônibus, onde ele não conseguia mais subir, assim tivemos que seguir o caminho a pé.


    Ao chegar ao local fomos recebidos pelo guia Paulo, ele nos apresentou o mosteiro, a começar por um lago onde as pessoas jogam moedas e fazem desejos perto do portal Somon. Em seguida Paulo nos levou pra conhecer o Bonsho, um sino que pesa quase uma tonelada, foi produzido no Japão especialmente para o mosteiro, o Bosho é tocado apenas duas vezes por dia, pele manhã, para encerrar o período de orações matinal, e à noite.
    Aprendemos também algumas posições de meditação para a prática da não ação, que foi criada há mais de cinco mil anos que estimula a concentração e o cuidado de si, que é quando a pessoa se isola do mundo, através da meditação, para que possa se autoanalisar, observando e procurando seus defeitos, nos quais vai buscar melhorar seu jeito de viver e de conviver com as pessoas a sua volta. No Hattô que é o templo de Buda, e é restrito aos monges, há uma imagem de Buda talhada em madeira.

    O mosteiro foi fundado em 1974 pelo monge japonês Ryohan Shingu, o local é destinado para a prática do budismo, mas é também uma importante área de preservação ambiental, pois quando o monge chegou ao local a área era destinada a criação de gado e a plantação de café, ao longo de 40 anos a paisagem vem se transformando.  

    segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

    Relato de experiência Mosteiro Zen, LuÍs Filipe Thomazini Stinguel e Victor Hugo Oliveira dos Santos‏

    A viagem no dia 18 de setembro de 2014, onde conhecemos o Mosteiro Zen em Ibiraçu, nos proporcionou um bom conhecimento sobre a cultura oriental. Logo pela chegada já percebemos que era um local que nos proporcionava uma paz interior, junto à natureza. Uma subida em meio à floresta com cachoeira e animais.
                Chegamos ao local, e fomos recepcionados pelo Paulo, o qual nos explicou sobre a prática do zen, o que foi feito naquele lugar, o significado de cada coisa e cada local. No principio foi um momento de papo onde ele nos esclareceu sobre oque ia presenciar. Então fomo conhecer o pequeno lago, onde todo firam curiosos devido à quantidade de moeda jogada ali dentro, explicou sobre uma ‘’piscina’’ de areia ao lado desse pequeno lago, o esquecer do nosso eu e pensar-nos outros  que isso nos torna mais digno, só assim alcançamos a felicidade. Ele também falou que nossa existência é a mesma de todas as coisas que existem na natureza, e a diferença seria a forma física. Depois fomos ao sino onde é tocado ao começo do dia e ao final do dia e em ocasiões especiais, nos mostrou a estátua de um Buda recém-chegado ali.
                Terminadas as explicações sobre esses locais, fomos para um auditório, e ali ele nos explicou como era o mosteiro. O mosteiro era uma área antes devastadas, com pouca água, e com o tempo ficou completamente diferente, bem melhor do que era antes. Ele veio do Japão com outros monges e eles transformaram manualmente o local, no decorrer dos anos, até virar oque é hoje, uma área totalmente reflorestada, com muita água, fauna e flora reconstituída. Foi aí que nos explicou sobre o Zen, que é estudar a sim mesmo, que é esquecer-se de si mesmo, que é estar uno com todas as coisas. Explicou- nos cada detalhe de que é feita a meditação, o jeito de sentar, o modo como devemos nos comportar... Para que fizéssemos tudo certo. Depois de nos ensinar isso fomos onde os próprios monges fazem suas meditações diárias. Então iniciamos o processo que durou aproximadamente dez minutos, onde vimos que é difícil ter a concentração correta, esquece-se do mundo, esquece-se de tudo, relaxar, vimos que isso é necessário no nosso dia a dia pois deixa uma paz interior muito grande.



                Cada gesto que você tinha que fazer ajudava na concentração, pois com sua atenção todos naqueles movimentos, esquecemo-nos cada coisa e podemos vivenciar um pouco da prática Zen. Após isso fomos ao local onde almoçamos. A curiosidade é que em todo lugar devemos tirar os sapatos, devido a cultura oriental as pessoas fazem isso para não precisar limpar o local depois, não da trabalho a ninguém. Depois disso, fomos embora pela linda natureza, ao nosso redor.

    Relato de experiência: Igor dos Reis Dias de Oliveira

    No dia 18 de setembro de dois mil e quatorze, as turmas do 2ºI e 2ºH do IFES Campus Itapina foram levadas para uma visita técnica ao Mosteiro Zen Budista Morro da Vargem de Ibiraçu, juntamente com os professores Arlindo e Kauna, professores respectivamente das áreas de filosofia e história.
    O mosteiro foi introduzido no Espírito Santo por monges no ano de 1974, pelo mestre Ryohan Shingu, e é o único da América Latina. Possui 150 hectares de terra, onde a maioria é destinada a preservação da Mata Atlântica, como dizia Mestre Dogen “Apesar de as montanhas parecerem pertencer ao país, na realidade pertencem àqueles que as amam”. É tradição de a religião estar em perfeita sintonia a respeito por todas as formas de vida e por todas as coisas que nos cercam. A ação ambiental sempre foi uma das mais importantes atividades dos monges. Assim, a fauna e a flora são abertas aos visitantes e possui todo tipo de sinalização sobre o ecossistema contando com trilhas pela floresta. O ambiente também é formado por diversas estruturas remetidas a religião budista, como um enorme sino e uma estátua do próprio deus, vindo do Japão como um presente de 40 anos de aniversário do Mosteiro. Jardins, templos e esculturas, típicos da religião oriental, estão presentes por todo o lugar.




    Durante o passeio aprendemos a prática do zen-budismo. O propósito é que através da meditação e o cuidado de si é possível transformar o mundo, despertando-nos para a verdade de que somos e compartilhando das mesmas necessidades primárias de que a felicidade de todos é a nossa verdadeira felicidade. Para atingirmos isso, precisa-se praticar a meditação zen, que é a meditação sentada, em que ficamos por um tempo em total silêncio. Esse é o meio de nos conhecermos: através do pensamento e o saber para atingirmos a iluminação (verdadeira sabedoria). 

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Iderval Ribeiro Soares Filho


    No dia 18 de setembro de 2014 foi realizada uma viajem para o mosteiro zen budista localizado na região do município de IBIRAÇU-ES. Fomos orientados pelos professores das disciplinas de historia e filosofia, professora Kalna e professor Arlindo Picoli.
    Saímos do instituto as 7:00 horas da manha. A viajem ocorreu de forma tranquila. De principio tivemos que fazer uma caminhada longe em um terreno íngreme que nos possibilita observar paisagens maravilhosas. Ao chegarmos no local do mosteiro fomos recebidos por um guia onde tivemos um breve explicação da historia do mosteiro. Logo após fomos a uma sala onde temos que retirar as sandálias na porta por motivos religiosos, fomos apresentados a cultura budista, acompanhamos a evolução do local ate os dias atuais, as obras que ali estão depositadas. Foi um momentos bem prazeroso. Também fomos instruídos a forma correta de como realizar o momento de meditação.



    Dirigimos-nos a um salão onde nos realizamos a cerimonia, fica-se apoiado em um posição de 3 pontos de apoio ao chão, coluna ereta com as mão esquerda sobreposta à direita, e exercitamos a nossa respiração. Após esse momento fomos almoçar. Logo após o almoço tivemos momentos de ação livre onde poderíamos sair para ver e observar todo o local. Tivemos explicação de um grande sino que e tocado quando se tem celebração especiais, um estatua de buda que havia sido traga para o mosteiro, um lago cuidadosamente zelado e arrumado de acordo com os costumes de buda.
    No momento de meditação se tem um possibilidade de se fazer um contado com nossos desejos mais profundo, a um estado de plenitude que entramos e fascinante, e possível organizar nossos pensamentos de forma muita mais clara e fácil, observações de como é a nossa natureza, observamos o nosso caráter.

    Relato de experiência Mosteiro Zen: Luan Schramm e Raphael do Rosário de Carvalho

    No dia 18 de setembro de 2014 saímos para visita técnica ao mosteiro zen budista, com os devidos professores de filosofia e história, saímos as 07:00 horas da manhã , com o retorno marcado para as 15:00 horas da tarde.
      Antes de chega ao mosteiro passamos primeiro ao portal budista para ‘limpa a alma, porem tivemos pouco tempo para tirar fotos e aproveitar aquele lindo local, logo depois ainda no ônibus começamos a subir o morro, porém o ônibus não aguentou a subida por ser muito íngreme, então, subimos a pé a partir daí.
    Demorou pelo menos um 01:00 hora para subir, pois, estávamos tirando fotos e paramos em uma graciosa gruta no meio do morro, onde há uma nascente, aproveitamos para beber água e reabastecer os litros, pois realmente eh muito cansativo.
      Com aquela natureza na sua real forma, na Mata Atlântica nativa, é revigorante, e meio que perde a noção de cansaço com toda aquela beleza superior, é difícil a subida, porém gratificante, pois ao chegarmos ao mosteiro em si, vimos que é um local  tranquilo, bonito ,as construções do local bem  arquitetado.



      Chegando lá nos fomos recebido por um guia, que o trabalho dele é falar sobre o mosteiro. Ele, aparentemente bem experiente, falou muito bem sobre o lago, sobre o sino, que só o monge toca o sino no ano novo, são tocados 108 vezes. Ele ainda nos mostro um novo Buda que tinha acabado de chega, como de esperado de uma obra bem feita, depois fomos a um local ele falou  um palco sobre  o mosteiro, e de como se tonar um monges, e o quê que os monges fazem.
      Ele fez uma dinâmica, essa dinâmica significava que cada um tinha o seu valor, e que todos dependem de todos, após isso, fomos para o local de meditação lá ele nos explicou como funciona a forma de meditação o gestos como se senta os gestos de comprimento, depois que ele explicou tudo e de nos ensinar os agradecimentos, colocamos em pratica tudo que ele disse e ficamos 5 minutos, nesse tempo ele falou algumas coisa para refletir.

    No final almoçamos, descemos (o quê demora bem menos que subir Amém) chegamos ao ônibus e fomos embora.